sábado, 21 de setembro de 2013

A Chaminé nazi


É na amargura do vapor,
Tão negro e obsoleto
Que respiro o cinzento, o cinzento…
O Cinzento que se solta,
Como aquele que saía das chaminés nazis…
E grita,
Mas gosta de fazê – lo com os olhos
Porque sabe que não pode falar,
E se pudesse não gritaria…
Continuaria a ouvir o som da morte e a ver o seu grito!
Neste instante, penso e choro.
Quando dou por mim,
Estou cinzento e sinto – me como um judeu
Revoltado com as pseudo – cientificidades,
Revoltado com o Mundo,

Revoltado com a cegueira que não é minha…

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